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sábado, 30 de novembro de 2013

BRASILEIRO SÉRIE - B

Sport se despede da Segundona com empate sem gols contra o Paysandu

Com cabelos tingidos, Lucas Lima corre em campo ainda em clima de comemoração

Na Ilha do Retiro e em clima de festa pelo acesso, rubro-negros enfrentaram o Papão em jogo morno para cumprir tabela


Durante quase toda a Série B, a torcida do Sport olhou para o time com desconfiança. O reflexo era visto nas arquibancadas. Ter um público superior a 20 mil pessoas foi algo raro. Mas eis que chegou o momento de retribuir. Diante do Paysandu, a Ilha do Retiro se vestiu por completa de vermelho e preto. Um mar de rubro-negros lotou a casa de tantas glórias dos leoninos. Era o momento de agradecer à equipe. Mais. Era um desejo claro de nunca mais voltar à Segunda Divisão. Em campo, faltou o gol. Os comandados de Geninho ficaram no 0 a 0 com Papão, que acabou rebaixado à Série C.

O Sport, em termos ofensivos, foi o retrato do que se viu nos seus bons momentos durante a competição. As subidas de Patric pelo lado direito eram a válvula de escape do time. Junto a ele, sempre estavam Lucas Lima e Aílton. Dali, o Sport foi criando boas jogadas e dominou o primeiro tempo da partida. Neto Baiano perdeu gol. Marcos Aurélio perdeu gol. Rithely perdeu gol. Foram, pelo menos, quatro boas chances.


Do outro lado, o Paysandu parecia inofensivo. Retrato de quem estava rebaixado. Não agredia a meta de Magrão. Foi melhor assim para os rubro-negros. Despreocupados. a todo instante, os gritos em comemoração ao acesso ecoavam pelo estádio. Era o momento de festa. Nem mesmo Yago Pikachu, que fora carrasco do Sport, teve espaço para aparecer. Ficou preso na marcação consistente. O Sport jogou sério.

No segundo tempo, a equipe rubro-negra começou com o freio de mão puxado. O diferencial do time, a movimentação intensa no meio-campo, já não era a mesma. A torcida, então, entrou em campo. Começou a gritar. Empurrou o time. Lá foi Patric para cima. Primeiro, deu um chute que foi defendido. Em seguida, cruzou para Neto Baiano. O camisa 39 se esticou, mas mandou a bola de cabeça para fora.

Faltava a estrela de Marcos Aurélio brilhar. Responsável direto pelo acesso da equipe, o atacante não teve o mesmo desempenho que apresentou durante a competição. Até se movimentou. Brigou. Mas a precisão não foi a mesma.

Sport
Magrão; Patric, Oswaldo, Vinícius Simon e Marcelo Cordeiro; Toby, Rithley (Sandrinho), Ailton (Ronaldo) e Lucas Lima (Felipe Azevedo); Marcos Aurélio e Neto Baiano. Técnico: Geninho

Paysandu 
Matheus; Fábio Sanches, Leonardo D’Agostini e Pablo; Yago Pikachu, Murilo, Jaílton, Araújo e Caio (Washington Chileno); Dennis (Careca) e Heliton (Aleilson). Técnico: Rogerinho Gameleira.

Local:
 Ilha do Retiro. Árbtiro: Francisco Assis de Almeida Filho (CE). Assistentes: Rodrigo Henrique Correa (RJ) e Nadine Camara Bastos (SC). Cartões amarelos: Marcelo Cordeiro (S); Heliton (P). Público: 30.017 pessoas. Renda: R$ 461.805,00


Diario de Pernambuco

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