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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

NÁUTICO - ESTATUTO MUDADO

Novo estatuto do Náutico é aprovado em assembleia geral e já passa a vigorar

A aprovação do novo estatuto veio após muito debate e retirada de pontos polêmicos

Projeto foi aprovado por 169 votos. Apenas 58 associados votaram contra


Após ter sido rejeitado por uma diferença de 25 votos na última assembleia geral de sócios, do dia 28 de outubro, o novo projeto do estatuto do Náutico foi aprovado nesta quarta-feira por 169 votos. Outros 58 associados votaram contra. Com isso, a nova lei do clube já passa a vigorar de forma imediata. A exceção das regras para as eleições do clube, marcada para o dia 13 de dezembro, que ainda seguirão a legislação antiga, já que as chapas foram inscritas com base naquela norma.
A aprovação veio após muito debate e retirada de pontos polêmicos. Entre eles a o fim do direito a voto aos sócios torcedores e o "filtro" do conselho deliberativo com relação a inscrições de chapas para a eleição do executivo. No entanto, uma mudança aprovada foi a da proporcionalidade para a eleição dos conselheiros, que seguirá o percentual de votos obtidos por cada grupo que concorrer à eleição. No entanto, essa alteração só será válida para o pleito de 2017.
"Existiam muitas pessoas dizendo que não seria preciso aprovar o estatuto para que o clube aderisse ao Profut. Isso era uma temeridade. O clube pode não ser inserido no Profut por outros motivos, mas não por conta do estatuto, que agora atende ao código civil. O novo estatuto nos dá a segurança da adesão. Além disso, ele dará o norte ao próximo presidente eleito e todos os direitos adquiridos pelos sócios foram mantidos", explicou Túlio Ponzi, um dos membros da comissão que formatou a nova lei.
A aprovação também foi comemorada pelos dois candidatos à presidência executiva do Náutico. "Aprovação foi uma prova de maturidade da instituição como um todo. Houve entendimento da maioria da necessidade de ter um estatuto devidamente atualizado e de acordo com o código civil", destacou Marcos Freitas, do grupo "Náutico para Todos". "Foi válido essa aprovação porque o antigo estatuto do Náutico era de 2001, enquanto o código civil é de 2002. Por isso, o estatuto não estava regularizado. Essa aprovação foi algo essencial", destacou o candidato Edno Melo, do "Vermelho de Luta".


Diario de Pernambuco

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