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quinta-feira, 8 de março de 2018

ELEIÇÕES 2018

O MP quer participar da campanha com "mão de gato"

Jornais, políticos e repórteres debatem o “Fake News”, como se fosse possível controlar uma informação mentirosa postada no Bornéu ou em Sumatra. Mas quem olha o tema, com mais atenção, vai concluir que estão tentando criar uma fórmula para limitar a liberdade de informação e de crítica. Quem tiver poder ou simpatizantes no judiciário e no Ministério Público vai nadar de braçada.
Enquanto isso, ninguém faz nada contra a crescente INTERVENÇÃO do Ministério Público na vida política do país. O MP faz denúncias etc. Muitas delas são rejeitadas e alguns de seus adornos (pedidos de prisão) também. Mesmo assim, relatórios apresentados por procuradores ‘juniores’, e rejeitados pelos seus superiores, vão parar na imprensa.
Todos os candidatos vão ser alvo de ‘vazamentos’ dos ‘patriotas’ procuradores. A quebra do sigilo bancário de alguém, como o presidente da República, que não pode ser processado, só pode servir a este propósito. É preciso ter dados para disseminar insinuações e informações incompletas. Acho que até o governador Geraldo Alckmin, que tem sido poupado pelo ‘combativo’ MP de São Paulo, vai entrar na dança.
O MP não terá candidato, mas empunhando a bandeira da Justiça, pode se transformar num instrumento de injustiça e numa instituição a serviço de candidaturas e objetivos nebulosos. Não ocorre a ninguém nem ao STF e muito menos ao TSE refletir sobre isso. Quando uma empresa comete uma irregularidade, vários de seus diretores são presos ou convocados a prestar esclarecimentos. Com os políticos nem se fala.
Quando vaza uma informação de um inquérito ainda sigiloso nada acontece. O MP não informa nem os repórteres ‘investigativos’ revelam quais procurados são investigados ou foram chamados para prestar esclarecimentos. Estes são protegidos pela corporação e pela mídia. Aos inocentes resta a execração e a morte como ocorreu com o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina. Se não fosse a ‘brava’ Justiça, a PF e o MP, todos responsáveis, alguém estaria sendo acusado por uma destas ‘bravas’ instituições por ter cometido um homicídio doloso ou culposo. O que aconteceu diante da realização e divulgação ilegal de um grampo telefônico feito no aparelho de um presidente da República? Nada. Impunidade!!

Apolo da Silva – Blog Os Divergentes

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