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sexta-feira, 18 de maio de 2018

ELEIÇÕES 2018

Gilmar para presidente? E Cármen? Pesquisa vem aí

Ipsos testa nomes de Gilmar e Cármen para presidente
A Ipsos registrou no TSE uma pesquisa nacional de opinião curiosa.

Inclui, sabe-se lá porque, o nome de algumas personalidades sem filiação partidária para verificar a receptividade do eleitorado no caso de uma candidatura à Presidência da República.
Eis a pegunta da Ipsos: "se xxx se candidatar a Presidente do Brasil, você diria que: com certeza votaria nele; provavelmente votaria, mas não tem certeza; poderia votar nele; provavelmente não votaria nele ou não votaria nele de jeito nenhum?"
Além de nomes óbvios como Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Fernando Haddad, Lula, Marina Silva e etc, inclui na relação Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Sérgio Moro.
A pesquisa, que está custando R$ 183 mil, será divulgada no dia 22.  (Lauro Jardim)
Doria e Alckmin
Enquanto isso, pesquisa presidencial com nome de Doria preocupa aliados de Alckmin
Equipe de ex-governador se esforça para manter candidatura firme
Para mostrar que sua candidatura continua firme no PSDB apesar do fraco desempenho nas pesquisa eleitorais, o pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin começou nesta quinta-feira a apresentar as equipes temáticas que formularão seu programa de governo. Há um esforço para dar ares de normalidade à campanha, mas auxiliares do tucano não descartam novas "tempestades" nos próximos dias. O ex-prefeito João Doria (PSDB), pré-candidato ao governo de São Paulo, voltou a entrar em sondagens eleitorais e isso colocou a campanha tucana em alerta.
Pesquisa registrada na Justiça Eleitoral pelo Instituto Ipsos na última quarta-feira vai medir a aprovação e o grau de conhecimento de Doria e Alckmin, entre outros presidenciáveis e pessoas que sequer são filiadas a partidos políticos, como os ministros do Supremo Gilmar Mendes e Cármen Lúcia e o juiz Sergio Moro. A divulgação está prevista para terça-feira. Pelo menos desde março, o ex-prefeito de São Paulo não aparecia em levantamentos eleitorais por causa da indicação dele para a sucessão estadual.  

(Silvia Amorim - O Globo)

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