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terça-feira, 30 de março de 2021

NÁUTICO - ACORDO FIRMADO

Após quatro anos, Náutico acerta acordo com Givanildo Oliveira por dívida de R$ 500 mil

Givanildo comandando o Timbu na reta final da Segundona 2016 (Foto: Peu Ricardo/DP Foto)



Última passagem pelos Aflitos foi na reta final da Série B do Campeonato Brasileiro 2016, quando não recebeu direitos trabalhistas


Cerca de um ano após ser intimado pela 5ª Vara do Trabalho do Recife a leiloar a garagem do departamento de remo para o pagamento de dívidas trabalhistas com o técnico Givanildo Oliveira, o Náutico acertou um acordo com o ‘Rei dos Acessos’ para quitar o passivo de R$ 517 mil. O débito em questão é referente a direitos trabalhistas não pagos em sua última passagem pelo clube, quando comandou o Alvirrubro na Série B do Campeonato Brasileiro 2016. A informação foi divulgada pelo repórter João Victor Amorim, da Rádio Jornal, e confirmada pela diretoria do clube.

Edno Melo. Enaltecendo a postura austera da gestão com as finanças, o mandatário esclareceu e refrescou a memória do torcedor alvirrubro sobre a origem do débito. 

“Hoje, nós conseguimos, na Justiça, fazer um acordo com Givanildo. Ele passou no clube em 2016, não recebeu o vencimento, entrou na Justiça e o prédio da garagem do remo foi a leilão pela primeira vez. Agora, conseguimos fazer um acordo com ele. Mais uma vez, trabalhando para diminuir o passivo do clube e mostrando que tem que administrar o clube com responsabilidade”, disse o presidente alvirrubro.
 
À Rádio Clube de Pernambuco, o vice-presidente Jurídico do Náutico, Bruno Becker, garantiu que a a dívida foi parcelada, dentro do cronograma do clube, e houve uma economia substancial, de cerca R$ 100 mil, haja vista que Givanildo estava disposto a 'descontar' o valor da dívida. Segundo apurado, o acordo será de 40 parcelas de R$ 10 mil reais, somando R$ 400 mil.

A CAUSA

A causa teria se originado quando o treinador moveu ação contra o clube para cobrar direitos trabalhistas não pagos em sua última passagem pelos Aflitos. Dessa forma, o Náutico foi condenado a indenizar o treinador em janeiro de 2018 com a quitação de salários atrasados, 13º salário e férias proporcionais, multas por não pagamento de verbas e indenização pelo não recolhimento do FGTS.

A reportagem tentou entrar em contato com Givanildo Oliveira, autor da ação, mas até o momento da publicação desta matéria, não obteve sucesso.

DP

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