GIF Patrocinador

GIF Patrocinador

quinta-feira, 31 de março de 2022

ESTUDANTES INTOXICADOS

No Cabo, onze adolescentes são socorridos após intoxicação alimentar em escola pública

Caso de intoxicação alimentar em alunos foi causada por merenda da escola (Divulgação)


Alunos da Escola Técnica Estadual Luiz Alves Lacerda, localizada na região central do município do Cabo de Santo Agostinho, tiveram quadro de mal estar em consequência de uma intoxicação alimentar após comerem a merenda da instituição nesta quarta-feira. Do total, onze adolescentes (10 do gênero feminino e um do masculino), entre 15 e 17 anos, tiveram que ser socorridos e levados a um hospital. Suas identidades foram preservadas.

De acordo com pronunciamento oficial do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o pedido por socorro foi realizado por volta das 13h50. Chegando lá, o grupo atendeu os adolescentes que estavam com sintomas mais graves, e os ecaminharam até o Hospital Mendo Sampaio, também no Cabo. 

Resposta do governo pernambucano

Depois do acontecimento na Escola Técnica Estadual Luiz Alves Lacerda, o governo do estado de Pernambuco se pronunciou através de um comunicado. Nele, informou que os gestores da instituição de ensino prestaram os primeiros socorros às vítimas, acionaram o SAMU e também entraram em contato com os responsáveis pelos estudantes.

Ainda na nota, o governo estadual disse que “todos os pontos precisam ser analisados com precisão antes de qualquer conclusão”, e que por isso encaminhou profissionais de nutrição ao local para coletar amostras das refeições.

Abaixo, leia na íntegra o que o governo disse sobre  o caso

A Secretaria de Educação e Esportes do Estado informa que ao tomar conhecimento de que estudantes estavam passando mal, a gestão da Escola Técnica Estadual (ETE) Luiz Alves, no Cabo de Santo Agostinho, prontamente prestou os primeiros socorros aos jovens, acionou o Samu e entrou em contato com os pais e responsáveis.  A Gerência Regional de Educação Metropolitana Sul também encaminhou uma equipe de nutricionistas até o local para fazer a anamnese com os estudantes e coletar as amostras da refeição para análise laboratorial, onde todos os pontos precisam ser analisados com precisão antes de qualquer conclusão. A pasta esclarece ainda que a alimentação escolar passa por uma avaliação nutricional rigorosa antes de ser servida aos estudantes e a produção é diária. Inclusive, periodicamente, os alunos se submetem a aplicação de um questionário de satisfação e de aceitabilidade. Os estudantes que se sentiram mal foram liberados após autorização médica e com a presença dos pais ou responsáveis”, disse a nota.

Nenhum comentário:

Postar um comentário