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sábado, 7 de maio de 2022

SUPORTE AOS MORADORES

Defesa Civil do Recife oferece suporte para população desabrigada após incêndio no Pina

Moradores das palafitas do Pina perdem tudo em incêndio                                                                                                                                                                                              - Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco


Após chamas que atingiram palafitas em comunidade localizada no Pina, a Defesa Civil está realizando a identificação dos moradores que perderam seus bens



Após incêndio que atingiu palafitas em comunidade localizada no Pina, Zona Sul do Recife, na tarde desta sexta-feira (6), a Defesa Civil do município está realizando a identificação das pessoas que perderam seus pertences para dar o suporte necessário. Abrigo, deslocamento, cestas básicas e utensílios como colchões são oferecidos

De acordo com o Coronel da Defesa Civil do Recife, Cássio Sinomar, é importante a realização de um plano de contingência

“Foi montada uma força-tarefa para dar suporte necessário não só às ações do Corpo de Bombeiros, bem como às vítimas. A gente precisa identificar as vítimas e, para isso, também foi montada, por determinação do prefeito João Campos, uma sala de situação onde há vários secretários reunidos recebendo as informações necessárias de campo para dar um suporte às vítimas. Nosso papel agora é identificar cada uma dessas pessoas, o que cada uma precisa, o que é necessário, para que se dê uma assistência humanitária. Desde um abrigo, ou um deslocamento para a casa de um parente ou um amigo, uma cesta básica, ou um colchão”, destacou o coronel. 

Cássio frisou que a Prefeitura do Recife disponibiliza um abrigo para o caso de situações específicas como a do incêndio.

“A gente tem um abrigo à disposição comandado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos que já está pronto para receber as pessoas que desejam ir para esse abrigo. Caso não seja necessário, também estamos prontos para fazer todo o deslocamento dessas pessoas”, explicou. 

Com relação às moradias construídas para a população em vulnerabilidade social, o coronel afirmou que cerca de mil unidades estão em desenvolvimento para atender a essa população

Por Tarsila Castro

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