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quarta-feira, 16 de agosto de 2023

CASO PADRE AIRTON FREIRE

Defesa do padre Airton acusa Sílvia Tavares de fraude processual e amiga dela de falso testemunho

Padre Airton Freire está preso de forma preventiva após denúncias de crimes sexuais;                                                                                                                                               existem cinco inquéritos contra ele - Foto: Arquivo pessoal


De acordo com a defesa, Sílvia "tentou destruir provas que atestam inocência de religioso"



defesa do padre e psicólogo Airton Freire de Lima, preso preventivamente sob a acusação de crimes sexuais, protocolou um pedido de investigações contra a personal stylist Sílvia Tavares por fraude processual.

A defesa do homem acontece por meio dos advogados Marcelo Leal, Mariana Carvalho e Eduardo Trindade.

A defesa também se articula para pedir um inquérito policial contra uma amiga de Sílvia, identificada apenas por "Andrea", por falso testemunho.

Em nota, os três advogados disseram que Sílvia Tavares "tentou destruir provas que atestam a inocência de religioso". Se confirmado, Sílvia poderá responder judicialmente pelo crime de ocultação e também por manipulação de provas.

Este "novo capítulo" do caso, coordenado sob segredo de Justiça, aconteceu, segundo a defesa, depois que a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) conseguiu recuperar mensagens do celular da mulher.

"Peritos resgataram mensagens apagadas propositalmente. Elas demonstram que são absurdas as denúncias de um suposto estupro praticado pelo padre e um funcionário. Não podemos, ainda, trazer a público todos os detalhes das mensagens, mas fica cristalino e evidente, no competente trabalho realizado pelos peritos, que ela tentou destruir e manipular provas para criar uma narrativa fantasiosa de estupro", afirmou a defesa, por meio de nota.

Ainda de acordo com a defesa do padre, a personal stylist "apagou as mensagens antes de entregar o celular à perícia, mas manteve somente aquelas que, fora de contexto, davam verossimilhança, ainda que fraca, à denúncia.”

A reportagem da Folha de Pernambuco entrou em contato com a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) para saber se o pedido foi aceito e um inquérito instaurado. Em resposta, foi informada que a instituição "recebeu a petição dos advogados e irá se pronunciar após análise de todo o pleito".

Por Ana Beatriz Venceslau

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