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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

PRISÃO CONFIRMADA

Audiência de custódia confirma prisão preventiva de PM que matou namorada em Carpina

Simeia era promotora de vendas: caso foi tipificado como feminicídio                                                                                                                                                                 - Foto: Arquivo pessoal


Jáleson de Santana Freitas será encaminhado ao Creed, em Abreu e Lima



O cabo da Polícia Militar de Pernambuco Jáleson de Santana Freitas passou por audiência de custódia, na manhã desta quinta-feira (3), em Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte do Estado. De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), a audiência deu cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido na última segunda-feira (31).

"Durante audiência realizada nesta manhã, foi averiguado que a prisão ocorreu de forma legal e que o mandado de prisão se encontra válido e anotado no banco de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP)", disse a assessoria de comunicação do TJPE.

Jáleson estava em um bar, na noite do sábado (29), em Carpina, também na Mata Norte, com a namorada, a promotora de vendas Siméia da Silva NunesEle aparece em imagens filmadas por câmeras de monitoramento do estabelecimento agredindo a vítima e a derrubando no chão.

Quando Siméia deixou o bar e tentou pegar uma corrida de mototáxi, Jáleson se aproximou em um carro branco e atirou na direção da vítima, que morreu após ser alvejada com dois tiros no peito. O mototaxista foi hospitalizado com ferimentos na coxa e no braço. 

De acordo com o TJPE, Jáleson será recolhido para o Centro de Reeducação da Polícia Militar de Pernambuco (Creed) de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.

O PM se entregou na noite de quarta-feira (1º). Ele ficou detido no 2º Batalhão da Polícia Militar, localizado em Nazaré da Mata. A Polícia Civil registrou o caso como feminicídio (de Simeia) e tentativa de homicídio (do mototaxista).

Jáleson de Santana Freitas pertence ao quadro do 24º Batalhão da Polícia Militar, mas estava lotado na Academia da PM. Ele havia sido condenado a quatro anos de prisão pelo assassinato de outro homem durante uma abordagem policial em Santa Maria do Cambucá, no Agreste pernambucano.

Por Portal Folha de Pernambuco

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