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quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

OPS, SEM QUERER

Petista amiga de Lula procurada pelo FBI publica sua localização nas redes

A brasileira e procurada pelo FBI, Patrícia Lélis pode ter tido sua localização atual identificada. (Foto: rede social X)


Patrícia Lélis é caçada pelo FBI por fraudes avaliadas em US$700 mil


A brasileira e procurada pelo FBI, Patrícia Lélis pode ter tido sua localização atual identificada. Patrícia está sendo caçada pela polícia federal norte-americana por suspeitas de fraudes financeiras avaliadas em US$700 mil. 

Mesmo estando foragida, as redes sociais de Patrícia estão atualizadas, em um recente post publicado nesta terça-feira (17), a jornalista compartilhou um vídeo de tela do seu celular que mostra informações sobre a temperatura e a localidade onde o aparelho está, identificado em uma região da Cidade do México, chamada Cuauhtémoc. 

Patrícia Lélis é acusada pela Justiça norte-americana de se passar por advogada de imigração e fraudar clientes interessados em investir nos Estados Unidos. A farsa rendeu à apoiadora de Lula um valor de aproximadamente US$ 700.000, o que equivale a R$3,4 milhões. 

Segundo a acusação,  para emplacar o golpe, a militante petista contou com uma rede de amigos e a utilização de diferentes ‘personas’, assim como no vídeo que vazou sua localização, Léllis estava expondo várias mensagens com o comentarista político e apresentador de talk show norte-americano, Armstrong Williams.  

Fama lhe persegue 

Em solo brasileiro, Patrícia Léllis emplacou casos polêmicos no meio político. Em 2016 acusou o deputado Marcos Feliciano (PL-SP) de abuso sexual. Inquérito da Polícia Civil de São Paulo concluiu que as acusações contra o deputado e pastor eram falsas. Lélis também acusou uma pessoa da equipe de Feliciano de sequestro e cárcere privado.

 No entanto, a 4ª Vara Criminal de Brasília arquivou o processo contra Feliciano. À época, o Ministério Público do Distrito Federal alegou que não foi possível “vislumbrar elementos mínimos para a propositura de ação penal”. O caso envolvendo a equipe do deputado e pastor também foi arquivado

Já na família Bolsonaro, um ano após da briga com Feliciano, foi a vez do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Em 2017, a jornalista narrou que o filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro havia ameaçado “acabar com sua vida”. Lélis também disse ter sido chamada de “otária”.

Patrícia dizia ter um relacionamento com o deputado, porém ele nunca confirmou. Nada foi comprovado, e novamente a mulher acabou acusada de calúnia. 

Não conseguindo algo com a direita, Lélis partiu para o PT. Após 2016, mudou seu viés, declarando-se petista e entusiasta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em publicação no Facebook em 2017, Lélis afirmou que Lula a havia “recebido” e ela tinha se desculpado pelos anos de militância contra o PT. A jornalista publicou o texto como legenda de uma foto em que aparecia abraçada ao petista. Na época, o Instituto Lula informou que a fotografia havia sido feita em um seminário em que o presidente abraçava e concedia fotos a todos que pediam.

Em 2018, Lélis se candidatou a deputada federal pelo Pros em São Paulo. A jornalista obteve 1.605 votos nas urnas e não conseguiu o número mínimo para se eleger. Um grupo de pessoas que alegava ter trabalhado na campanha a acusou de ser caloteira.

Danyelle Silva

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