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sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

PIPOCOU E VOLTOU ATRÁS

Prefeito proíbe carnaval de rua, mas recua e anula decreto

Bruno Cunha Lima Foto: Reprodução/YouTube Bruno Cunha Lima


Após enorme pressão, Bruno Cunha Lima mudou de ideia nesta quarta-feira



O prefeito de Campina Grande (PB), Bruno Cunha Lima (União Brasil), revogou decreto publicado na última segunda-feira (15) que vetava a realização de desfiles de blocos de rua no carnaval em alguns pontos da capital paraibana. O chefe do Executivo municipal voltou atrás nesta quarta (17), após a pressão sofrida.

A proibição valia entre os dias 8 e 13 de fevereiro para as áreas centrais do município, constando uma lista de 12 bairros e uma avenida. Segundo o decreto e um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado pelo município com o Ministério Público da Paraíba (MP-PB), estavam proibidos desfiles de blocos, de boi e escolas de samba. 

O texto limitava ao pontos citados à realização exclusiva de eventos ecumênicos relacionados ao Carnaval da Paz – conjunto de eventos religiosos que tradicionalmente ocorrem na cidade no período de carnaval.

No X (antigo Twitter), o prefeito disse que a “intenção nunca foi proibir as festas, mas sim garantir segurança e organização”.

– Não vejo problema em voltar atrás de uma decisão/solução quando se tem uma solução ainda melhor – disse.

O prefeito afirmou também que os itinerários dos blocos e do evento religioso serão compatibilizados.

O decreto também proibia as festividades perto de shoppings, hospitais, clínicas, batalhões de Polícia, Corpo de Bombeiros Militar, centrais de Polícia, delegacias de Polícia, terminais rodoviários, aeroporto, batalhões do Exército e do Complexo Judiciário, espalhados pela cidade.

O descumprimento acarretaria multa de R$ 20 mil. O prefeito disse que o ato não proibia, em nenhum momento, a realização dos eventos carnavalescos na capital. Em texto publicado pela prefeitura, há a informação de que a cidade tem mais de 60 bairros, e “apenas três ou quatro estavam sendo destacados para os eventos religiosos”.

*Com informações AE

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