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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

CARNAVAL 2024

Olinda começa a festa com cortejo e shows

Cannibal fez uma participação especial no show da Nação Zumbi. (Arquimedes Santos/ Secom Olinda)


Agremiações tradicionais do carnaval olindense desfilaram pelas principais ruas

O carnaval de Olinda começou num de seus focos mais famosos: os quatro cantos. De lá partiu um cortejo reunindo diversas agremiações, como O Homem da Meia Noite, Elefante de Olinda, Pitombeira dos Quatro Cantos e Cariri Olindense, acompanhados por orquestras de frevo, passistas e os dois homenageados da cidade: O Lord de Olinda e Reginaldo da Paz. O arrastão chegou ao fim na Praça do Carmo, local da abertura oficial e dos shows nos cinco seis dias - até a Terça-feira Gorda.

A Prefeitura de Olinda trouxe como tema deste ano "O Carnaval de Olinda é a cara da gente”. O mote homenageia a identidade do nosso Carnaval, formado por múltiplos rostos e cores. O Prefeito Professor Lupércio destaca a multiplicidade cultural do Carnaval de Olinda e da valorização dos artistas da nossa terra. “No Carnaval de Olinda se brinca com dinheiro ou sem dinheiro, pois as nossas ruas e ladeiras estão abertas para todos. Vamos continuar valorizando a nossa diversidade cultural, e principalmente os artistas da terra. É o que temos de mais valioso”, afirmou o prefeito, Professor Lupércio.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, esteve na abertura em Olinda e destacou a valorização das manifestações culturais populares como um dos destaques do carnaval do estado. "É muito bom ver o quanto a nossa cultura popular, a riqueza cultural de Pernambuco, tem atraído cada vez mais turistas e trazido uma energia diferente para o nosso estado, gerando emprego e renda para nossa gente".

No primeiro show da noite, o intérprete e compositor Ed Carlos iniciou os shows do Polo Erasto Vasconcelos com muito frevo e fez todo mundo dançar ao passo da sua Ema. Na sequência, Maciel Salú, filho do inesquecível Mestre Salustiano, trouxe para o pátio do Carmo lotado músicas dos seus 21 anos de carreira e do sexto disco intitulado “Ogum”, lançado em setembro do ano passado.

Aclamada pela crítica e público, a Banda Nação Zumbi, filha Olinda, fez todo mundo sair do chão com o peso dos seus tambores, reverbers eletrônicos e riffs de guitarra. No repertório, músicas de todas as fase de seus 33 anos de carreira, desde os álbuns Da Lama ao Caos e Aforciberdelia, ainda com Chico Science nos vocais, até Radiola NZ Vol. 1. Um momento especial foi a participação de Cannibal, frontman da Devotos. O encerramento manteve a tradição com Alceu Valença despejando seus clássicos pelo palco, com frevo sem perder um toque de MPB. 


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