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segunda-feira, 8 de julho de 2024

VACINAÇÃO

Vacinar é preciso: Pernambuco enfrenta baixa cobertura vacinal

                                                            Foto: Miva Filho/SES-PE

 

Estado segue tendência mundial e nacional de queda em coberturas vacinais, agravada pós pandemia; confira quais imunizantes estão com baixa adesão 
 
Após a pandemia de COVID-19, foi possível enxergar um movimento de queda nos índices vacinais no mundo todo. Na população brasileira não foi diferente. Segundo um levantamento do Observatório da Atenção Primária à Saúde, divulgado em 2023, no ano de 2021, o Brasil atingiu a menor cobertura vacinal em 20 anos, com uma média nacional de 52,1%.

Mesmo com os esforços realizados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) para intensificar a cobertura vacinal no Estado, em Pernambuco a adesão de vacinas ficou comprometida pelas ondas antivacinas que tiveram crescimento no contexto pós pandêmico. A SES-PE enfatiza que a realidade de baixa cobertura vacinal é um fenômeno global agravado durante a pandemia de Covid-19, não alcançando as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde.
 
Diante desse cenário, é essencial enfatizar a necessidade de proatividade da população em cumprir com as programações e calendários vacinais, que estão previstos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), preservando a cultura da vacinação, além dos mutirões e dos dias “D”.

A importância das vacinas é incontestável para a segurança da saúde pública e se vacinar é a melhor maneira de garantir proteção contra uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte.
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), informou dados referentes ao período de 2015 até o último mês de maio sobre os imunizantes que sofreram com baixa cobertura em menores de 1 ano. São estes a BCG (68,1%) e Hepatite B (74,7%). 

Com relação à cobertura em crianças maiores de 1 ano, Hepatite A (68,8%), Tríplice Viral - D2 (60,4%), DTP - 1º reforço (71,5), Poliomielite - 1º reforço (67,6%) e Varicela (54,8%) são as vacinas com menos adesão.

Em adultos, para a Influenza os dados de vacinação apontam o quantitativo de 41,7%, referente aos grupos prioritários.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o órgão promove também o acompanhamento das estratégias municipais. Em Pernambuco utilizam também de métodos como operações de busca ativa nas casas, escolas, indústrias e feiras para o aumento da cobertura vacinal no Estado, além do incentivo para ampliação do horário de funcionamento das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e pontos de vacinação, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.

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